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Daniel Senise

Opening
17 de September de 2019

Schedule
19h

Exhibition
18 de September a 18 de October

Daniel Senise nasceu em 1955 no Rio de Janeiro. Em 1980, se formou em engenharia civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, tendo ingressado na Escola de Artes Visuais do Parque Lage no ano seguinte, onde participou de cursos livres até 1983. Foi professor na mesma escola de 1985 a 1996. Desde os anos oitenta o artista vem participando de mostras coletivas, entre elas a Bienal de São Paulo, a Bienal de La Habana, em Cuba, a Bienal de Veneza, a Bienal de Liverpool, a Bienal de Cuenca, a Trienal de Nova Delhi, no MASP e no MAM de São Paulo, no Musee d’Art Moderne de la Ville de Paris, no MOMA, em New York, no Centre Georges Pompidou, em Paris, no Museu Ludwig, em Colônia, Alemanha.

Daniel Senise tem exposto individualmente em museus e galerias no Brasil e no exterior, entre eles, o MAM do Rio de Janeiro, MAC de Niterói, Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, Casa França-Brasil, no Rio de Janeiro, o Museum of Contemporary Art, em Chicago, o Museo de Arte Contemporáneo, Monterrey, México, Galeria Thomas Cohn Arte Contemporânea, no Rio de Janeiro, Ramis Barquet Gallery e Charles Cowley Gallery, em Nova York, Michel Vidal, em Paris, Galleri Engström, em Estocolmo, Galeria Camargo Vilaça, em São Paulo, Pulitzer Art Gallery, em Amsterdam, Diana Lowenstein Fine Arts, em Miami, na Galeria Silvia Cintra, no Rio de Janeiro, Galeria Vermelho, em São Paulo, e a Galeria Graça Brandão, em Lisboa, Galeria Nara Roesler em São Paulo e Nova York. Sua última exposição na Bahia foi na Paulo Darzé Galeria em dezembro de 2008. Atualmente, Daniel Senise vive e trabalha no Rio de Janeiro.

Um dos artistas centrais na cena contemporânea internacional, com mostras e obras nos principais museus dos Estados Unidos e da Europa, por mostrar uma pintura repleta de experimentações, processos e técnicas, vocabulário de contexto próprio, um repertório temático que registra espaços e extrai impressões, mas essencialmente uma pintura que pelo universo das imagens e sua construção discutem os aspectos intrínsecos da própria pintura nas suas significações, na afirmação de uma própria poética plástico-visual. Esta é a arte de Daniel Senise.

Em outubro de 2017, Daniel Senise registrou os espaços do casarão seiscentista do Museu do Recôncavo Wanderley Pinho, em Candeias, Bahia. Nessa época, o Museu estava fechado para restauro e o artista realizou monotipias dos pisos das salas do casarão que funcionou como um engenho de açúcar no século XVI, monotipias em tecido e médium acrílico sobre alumínio e monotipias sobre fotografia em jato de tinta. São os trabalhos realizados neste momento, com o título “Museu do Recôncavo”, que Daniel Senise traz para a mostra na Paulo Darzé Galeria de Arte, com abertura dia 17 de setembro, às 19 horas, e temporada até o dia 18 de outubro.

Na apresentação do livro da mostra o crítico Bernardo Mosqueira assinala que “no momento em que Senise descola a tela do assoalho, a camada de poeira, sujeira e restos de toda ordem que repousava sobre o piso é transferida para o tecido. Vemos os detalhes do chão, são marcas de crises, rastros de acontecimentos, vemos o tempo fazendo surgir sua própria potência sobre a matéria, vemos contratempos e a desintegração. Revelada ali está uma fina imagem espelhada do chão, entre o ser e o representar, formada pelo pó de onde viemos e para o qual voltaremos. Na obra de Senise há essa tensão formada entre a decomposição e a composição, entre a noção da finitude e a vida criativa. Se a matéria do mundo, esses restos de corpos e ações, se faz presente, ela transborda o horizonte da representação e nos coloca necessariamente questionamentos”.

A série sobre o Museu do Recôncavo criada por Senise, e registrada com a colaboração do artista visual Caetano Dias, sobrepõe fotografias mostrando espaços em processo de ruína com objetos, fragmentos ou sudários recolhidos nesse local, onde a fotografia surge como plano de fundo e cenário que ativa imaginários, as imagens servindo como uma tela para suas intervenções com matérias e objetos recolhidos nos espaços fotografados onde temos um imbricamento de linguagens resultante de seu pensamento pictórico.

Daniel Senise nasceu em 1955 no Rio de Janeiro. Em 1980, se formou em engenharia civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, tendo ingressado na Escola de Artes Visuais do Parque Lage no ano seguinte, onde participou de cursos livres até 1983. Foi professor na mesma escola de 1985 a 1996. Desde os anos oitenta o artista vem participando de mostras coletivas, entre elas a Bienal de São Paulo, a Bienal de La Habana, em Cuba, a Bienal de Veneza, a Bienal de Liverpool, a Bienal de Cuenca, a Trienal de Nova Delhi, no MASP e no MAM de São Paulo, no Musee d’Art Moderne de la Ville de Paris, no MOMA, em New York, no Centre Georges Pompidou, em Paris, no Museu Ludwig, em Colônia, Alemanha.

Daniel Senise tem exposto individualmente em museus e galerias no Brasil e no exterior, entre eles, o MAM do Rio de Janeiro, MAC de Niterói, Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, Casa França-Brasil, no Rio de Janeiro, o Museum of Contemporary Art, em Chicago, o Museo de Arte Contemporáneo, Monterrey, México, Galeria Thomas Cohn Arte Contemporânea, no Rio de Janeiro, Ramis Barquet Gallery e Charles Cowley Gallery, em Nova York, Michel Vidal, em Paris, Galleri Engström, em Estocolmo, Galeria Camargo Vilaça, em São Paulo, Pulitzer Art Gallery, em Amsterdam, Diana Lowenstein Fine Arts, em Miami, na Galeria Silvia Cintra, no Rio de Janeiro, Galeria Vermelho, em São Paulo, e a Galeria Graça Brandão, em Lisboa, Galeria Nara Roesler em São Paulo e Nova York. Sua última exposição na Bahia foi na Paulo Darzé Galeria em dezembro de 2008. Atualmente, Daniel Senise vive e trabalha no Rio de Janeiro.

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